Lémure-de-cauda-anelada é estrela no Jardim Zoológico

Cria de Lémure-de-cauda-anelada promete deliciar todos os visitantes com o seu ritual de adoração ao sol

O Jardim Zoológico tem agora para deleite dos seus visitantes uma nova estrela, a cria de Lémure-de-cauda-anelada – o mais popular dos lémures -, nascida no passado mês de abril. A cria, ainda de sexo desconhecido, pesa atualmente 750 g e poderá ser admirada na Ilha dos Lémures.

Apesar de ser considerada uma espécie vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza devido à destruição da fauna e flora do seu habitat e à caça, é uma espécie que se reproduz facilmente em cativeiro. No entanto, o nascimento desta cria não deixa de ser motivo de celebração para toda a equipa do Jardim Zoológico que está empenhada na preservação das várias espécies animais que lá habitam.

Na sua visita ao Jardim Zoológico irá facilmente identificar o Lémure-de-cauda-anelada, graças à sua cauda longa e espessa, com riscas pretas e brancas, a condizer com a sua “máscara”. O mais provável será encontrar esta nova cria sentada, a apanhar banhos de sol e rodeada de outros lémures, pois são uma espécie bastante sociável, vivendo em grupos de 20 a 40 indivíduos.

No período de acasalamento, os machos competem entre si por meio de vocalizações e lutas odoríferas. Após um período de gestação de 134 a 138 dias, nasce geralmente uma cria que é amamentada durante seis meses. Assim, se visitar esta nova cria brevemente ainda poderá assistir ao momento da amamentação.

Se não conseguiu evitar cantarolar “I like to move it! Move it!” com o Rei Julien no filme Madagáscar, certamente não vai resistir a visitar esta nova cria e a sua família no Jardim Zoológico.

Sobre o Lémure-de-cauda-anelada:
O Lémure-de-cauda-anelada pode ser encontrado nas zonas rochosas com vegetação dispersa do Sul e Sudoeste do Madagáscar. Alimenta-se de rebentos, folhas, flores, frutos e herbáceas.

Um espécime adulto pode ter um comprimento corporal entre 39 e 46 cm e um peso de 2,3 a 3,5 kg. As suas patas traseiras são mais compridas que as patas dianteiras, e a sua cauda é geralmente mais comprida que o corpo, podendo medir até 64 cm. A cauda tem cerca de 13 a 15 riscas, sendo a última de cor preta.

É um animal diurno que se desloca essencialmente no chão. Demarcam o seu território através das secreções das glândulas odoríferas que possuem sob os membros anteriores (machos) e posteriores (machos e fêmeas), nos pulsos (machos e fêmeas), sob o queixo (machos) e na região genital (machos e fêmeas). Estas secreções servem também para os combates rituais entre os machos. Em estado selvagem vivem, normalmente 16 a 19 anos, no entanto, em cativeiro podem chegar aos 27 anos.

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