Exposição de Mamíferos do Fluviário vai ter brochura dedicada

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A Exposição temporária Mamíferos de Água Doce, patente no Fluviário de Mora desde 28 de Julho, vai agora ter disponível uma brochura dedicada à importância dos sistemas de água doce para a existência dos mamíferos que habitam em território nacional.

A ideia provém da Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH) que, “pelo interesse que despertou e pela qualidade dos conteúdos da nova exposição do Fluviário”, se disponibilizou para editar a brochura brevemente.

Até à Primavera de 2012, a exposição permite aos visitantes explorar os mamíferos que mais dependem da água doce que abastece Portugal Continental. Um exemplo é o grande terrário que acolhe um casal de Musaranhos-de-água, um pequeno e interessante mamífero que ocorre no Norte e Centro do país e que depende dos cursos de água doce para sobreviver.

Mamíferos de Água Doce é uma exposição temporária, responsabilidade do Fluviário de Mora, organizada em colaboração com o Departamento de Biologia Animal da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, com produção de conteúdos pelo Doutor Francisco Petrucci-Fonseca.

Os mamíferos constituem um dos grupos dominantes de seres vivos nos últimos 70 milhões de anos. Apesar de ser um grupo com um número relativamente reduzido de espécies, apresentam-se com uma diversidade de dimensões, formatos e adaptações ao meio onde vivem como nenhum outro grupo. Sendo um dos grupos mais afectados pelo impacto do ser humano, também ele um mamífero, é tempo de ganharmos consciência de que a natureza poderá subsistir sem o Homem mas que o inverso não será possível.

Com mais de 500 peixes de 55 espécies diferentes de todo o mundo em habitats naturais, aquáticos e terrestres, num percurso entre a nascente e a foz de um rio, o Fluviário de Mora já recebeu, desde Março 2007 mais de 550 mil visitantes.

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