5àSec planta 600 árvores em iniciativa ambiental

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A 5àSec vai aplicar 8.400 euros na plantação de cerca de 600 árvores de bosque mediterrânico, no âmbito do projecto ResponsARVOREidade, promovido pela Madeiras Nobres na localidade de Casal de Lisboa, no concelho de Loures.

Com esta plantação, a 5àSec participa num projecto agro-florestal pioneiro em Portugal, contribuindo para o sequestro (absorção) do carbono, a diminuição do efeito de estufa na atmosfera e a redução da sua pegada ecológica, através da restauração do bosque mediterrânico com carácter duradouro.

De acordo com estudos científicos, cada árvore de bosque mediterrânico com três arbustos associados (englobando-se neste conjunto freixos, aveleiras, carvalhos, buxos, cerejeiras silvestres, azinheiras, castanheiros, loureiros, pinheiros mansos, tomilhos, entre outras espécies) tem capacidade para absorver cerca de 300 quilos de CO2 em 15 anos.

No âmbito deste projecto, a 5àSec vai assegurar por contrato a manutenção responsável das árvores plantadas ao longo de 15 anos, que será feita pela Madeiras Nobres, empresa especializada em silvicultura sustentável. Em contrapartida, a 5àSec receberá um certificado personalizado de compensação das emissões de CO2.

Para Rita Barral, directora-geral da 5àSec em Portugal, “esta iniciativa insere-se na política de responsabilidade social da 5àSec e visa compensar a comunidade em que nos inserimos pelas nossas emissões de CO2, tendo ainda a vantagem de contribuir para um ambicioso projecto de silvicultura no quadro de uma estratégia para um ambiente melhor”.

O futuro bosque 5àSec junta-se à campanha “100 Milhões de Árvores para a Pensínsula Ibérica” que visa criar em quatro anos uma “barreira verde” contra as alterações climáticas que afectam cada vez mais o planeta e integra a campanha “Plant for The Planet” patrocinada pela Organização das Nações Unidas.

No âmbito do acordo celebrado com a Madeiras Nobres, esta entidade terá o usufruto do bosque e após o contrato de 15 anos as árvores continuarão a desempenhar o seu papel na redução das emissões de CO2, pois o seu abate está impedido por lei, dado que a zona em questão é uma área de reserva.

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