Empresas beneficiam de um modelo de coworking

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O Avila Business Centers, empresa de aluguer de espaços de trabalho físicos chave-na-mão, revelou os resultados do Estudo sobre Coworking que a empresa levou a cabo em Portugal no último mês de Junho. Entre os quase 400 entrevistados através de meios digitais, 95,3 por cento confirmaram já terem ouvido falar no conceito de coworking e apenas 4,7% admitiram não conhecer este modelo de partilha de infraestrutura e de espaço. De resto, 73,2% dos entrevistados asseguram que o ambiente em que trabalham atualmente nas suas empresas poderia ser facilmente adaptado ao modelo de coworking sem haver entraves de maior que colocassem em causa a produtividade dos colaboradores e da empresa.

Questionados sobre qual a possível reação dos colegas de trabalho face a uma mudança do paradigma tradicional para um modelo de trabalho num espaço de coworking, mais de metade das respostas (59,2%) indicaram que a reação seria positiva e que a adaptação decorreria sem problemas. Apenas 21,8% dos entrevistados deram a entender que a reação seria negativa, e 19% responderam que os seus colegas adotariam uma posição de indiferença face à mudança no ambiente de trabalho.

O documento do Avila Business Centers colocou ainda aos participantes no estudo a hipótese de os trabalhadores das empresas em que trabalham poderem desempenhar as suas tarefas em casa, recorrendo pontualmente ao espaço de coworking. Confrontados com esta opção, 77,1% dos entrevistados admitiram que este seria um modelo se serviria os propósitos da empresa e dos colaboradores. Apenas 22,9% da amostra se revelou relutante à implementação de um modelo misto (proposto na questão supramencionada) em detrimento do atual ambiente em que trabalham.

Quando confrontados com as principais razões que levariam os trabalhadores a optar por um modelo de coworking, os responsáveis pelas respostas foram claros. Quase três quartos dos entrevistados (74,3%) confirmam acreditar que o coworking iria permitir uma considerável redução de custos. A segunda razão mais mencionada tem que ver com a flexibilidade no trabalho – 64,8% dos entrevistados admitiram que este seria um critério a ter em conta na opção pelo coworking – enquanto que 55,3% das pessoas indicaram a promoção do networking e da troca de contactos e de trabalho em equipa como razão para a adoção. 32,1% dos entrevistados acredita que uma das principais razões para enveredar pelo modelo de coworking tem que ver com o aumento da produtividade dos colaboradores. Esta questão permitia respostas múltiplas.

A última pergunta do estudo do Avila Business Centers incidia sobre a perceção das principais vantagens do modelo de coworking para os colaboradores da empresa. Apenas uma resposta foi permitida, pelo que a opção preferida de cada um dos entrevistados excluía automaticamente as restantes possibilidades. No que respeita a esta pergunta, quase metade dos entrevistados (49,7%) referiram o contacto profissional como a principal vantagem, deixando para a resposta de maior mobilidade (29,9%) o segundo fator. O melhor trabalho em equipa e a melhor acessibilidade foram os restantes critérios enumerados (13,1% e 5,3%, respetivamente). Apenas 2% dos entrevistados indicaram não identificar qualquer vantagem no modelo de coworking para os trabalhadores das empresas.

«Este estudo confirma que o modelo de coworking é uma mais-valia para muitas empresas e, sobretudo, um conceito que convence os colaboradores das organizações e que torna óbvias as vantagens para eles e para as companhias», explica Carlos Gonçalves, CEO do Avila Business Centers. «A forma tradicional como trabalhamos está a mudar e um modelo misto ou de coworking pode ser a solução para muitos dos ambientes de trabalho das empresas atuais», conclui.

O estudo do Avila Business Centers foi realizado através de meios digitais durante o mês de Junho. Foram entrevistados cerca de 400 participantes portugueses, aos quais foram colocadas as seis questões mencionadas neste documento.

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