Hospital Veterinário da Maia com dicas para poupar

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Preocupado com a situação económica difícil que muitas famílias vivem atualmente, o Hospital Veterinário da Maia (HVM) tem vindo a alertar os seus clientes, aconselhando-os a tomar medidas que irão ajudá-los a minimizar os gastos com os seus animais de estimação.

“As famílias portuguesas atravessam momentos complicados, em que o orçamento é curto para as despesas, e os primeiros gastos a cortar são, muitas vezes, os que estão relacionados com os animais de estimação”, lamenta Miguel Mateus, administrador do HVM. Por isso, sugere algumas medidas de poupança para aqueles que têm animais: “No nosso hospital estamos a sensibilizar os clientes, dando-lhes algumas sugestões relativamente às despesas. Para quem vai adquirir um animal, a adoção é um passo primordial”, exemplifica.

Para quem está a pensar ou acaba de adquirir animais de estimação, uma das soluções, diz Miguel Mateus, passa por “falar com os familiares e amigos que possam ter acessórios usados de animais anteriores que lhe possam ceder, dar ou vender a um preço mais acessível”.

No que toca à saúde, a prevenção é a melhor forma de termos sempre bem os nossos animais, acabando também por ajudar a poupar. “A vacinação em dia é a melhor arma para defender os nossos animais e evitar que contraiam determinadas doenças, o que prejudica o animal e traz despesas”, defende. É também preponderante manter-se informado: “Se estiver familiarizado com a raça, poderá saber se esta é mais propensa a esta ou aquela doença”, explica, acrescentando que “é importante escolher um veterinário e manter-se fiel ao mesmo, pois isso permite que ele tenha um melhor e completo conhecimento do seu animal”.

Outra dica de Miguel Mateus passa por estar atento a eventuais campanhas na alimentação e nos principais produtos de que os animais necessitam – comprar packs de maiores quantidades, tendo em atenção os prazos de validade, é sempre uma ajuda.

O médico veterinário deixa, por fim, o apelo: “O animal de estimação é um elemento da família e deve ser sempre tratado como tal. Como estamos todos a fazer connosco, podemos fazer muitos cortes e poupar aqui e ali, mas não no essencial, e o menos possível no nosso conforto diário”.

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