O fascínio da Panthere da Cartier em novas peças sempre marcantes

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Já foram apresentadas em Lisboa as novas peças da colecção Panthere da Cartier que celebra este ano o seu centenário. A pantera de Cartier apareceu pela primeira vez em 1914 num relógio de pulso inspirado na natureza, em que o contraste do preto e branco onyx e diamantes inauguraram o uso dos salpicos em joalharia e deram o mote para os contrastes do futuro estilo Art Déco.

Jeanne Toussaint, musa de Cartier, deu o mote para a Panthere que ao longo dos anos apareceu em diversas peças de joalharia, sempre com a mesma característica impactante, em que o detalhe da peça consegue transmitir volume e expressão.

As novas peças, que estarão em comercialização em Setembro com edições limitadas, não fogem a estas características, antes pelo contrário, acentuam-se. A expressão da Panthere parece que fala connosco, transmite emoções, olha-nos a alma, perscruta-nos, mesmo nas peças mais pequenas…

Figurativa, gráfica, selvagem, sensual, brincalhona, feroz… a colecção oferece um leque de surpresas, leal à sua aura sofisticada e audaciosa de joalharia.

Das peças, as mais impactantes são o anel com uma estrutura perfeitamente gráfica e esculpida da cabeça da Panthere, o anel ‘trepador’ e o colar com um pingente absolutamente magnífico.

O colar em ouro, que introduz a pantera com o maxilar cerrado, de linhas geométricas, expressão feroz com duas esmeraldas e que morde, segurando um pendente pompom de contas de ouro, com laque preto, onyx e diamantes.

Num dos anéis mais elegantes da colecção, a Pantera quase que trepa. O animal de corpo inteiro adopta uma posição estendida, graciosa, esteticamente perfeita, onde estão definidos os músculos com se estivesse a trepar pelo dedo.

Fenomenal é também o anel em ouro, com onix e esmeralda que representa a cabeça da Pantera em linhas abertas, como se de um esqueleto se tratasse. Um trabalho de escultor que utilizou uma técnica sem precedentes: um esqueleto em ouro, com cortes geométricos, perfil cibernético e dois olhos hipnotizantes com duas esmeraldas que terminam num anel que não passa despercebido.

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