Propensão para comprar atinge o valor máximo dos últimos 15 anos

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O último resultado do estudo “Consumer Climate”, feito pela GfK, indica que os portugueses aumentaram, no último trimestre, a propensão para comprar, para valores que são um record só comparável a máximos de há 15 anos. Apesar de não haver um aumento nos níveis de confiança na expetativa sobre a economia portuguesa, verifica-se uma clara e forte vontade de comprar, o que, possivelmente irá refletir-se numa mais sólida procura interna.

Nesta informação da GfK, os portugueses não mantiveram a tendência de subida sobre a expectativa económica, em particular neste último trimestre. Assistimos até a uma ligeiríssima descida até aos 37,7 pontos, no final de setembro, se compararmos com o valor do 2º trimestre deste ano. No entanto é ainda assim uma subida de 19,9 pontos, comparando com igual período do ano passado.

Em relação à propensão para comprar, continuou a verificar-se uma tendência claramente positiva, já observada no segundo trimestre, mas agora com um máximo inédito de 13,0 pontos. Trata-se do nível mais elevado desde o final de 2001, com uma subida de 8,9 pontos face ao o segundo trimestre. E uma forte subida de 29,6 pontos em comparação com igual período do ano passado.

A Europa também com clima positivo. Sobre o consumidor europeu a GfK continua a reportar, para o terceiro trimestre, uma tendência positiva e de subida.

Em relação à opinião do consumidor europeu, mantém-se a tendência de subida no terceiro trimestre deste ano, terminando com 20,9 pontos. Trata-se de uma subida desde os 19,1 pontos verificados no final do segundo trimestre, alcançando agora um nível que ainda não tinha sido visto desde o final de 2007. Durante o último trimestre, o consumo privado demonstrou ser um pilar importante para a economia da EU, com diversos países a melhorarem ou a manterem a posição no indicador “Propensão para comprar”. Este facto combateu os resultados mais contraditórios de determinados países noutros indicadores, como a expectativa de rendimento a descer em França, Áustria e Alemanha, em comparação com o segundo trimestre de 2017.

(Fonte: GfK)

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