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2019-03-22

Oceanário de Lisboa financia projeto de conservação na Amazónia brasileira

O Oceanário de Lisboa apoia financeiramente um projeto de conservação, na região de Barcelos, no Rio Negro (Amazónia, Brasil), cuja missão é promover a sustentabilidade ambiental e social na captura e comercialização de peixes ornamentais. O projeto PIABA ao promover esta atividade contribui para a conservação das florestas tropicais da Amazónia, através dos seus habitantes, incluindo um grande número de tribos.

Os Piaberos, povo ribeirinho da região que se dedica à pesca artesanal de peixes ornamentais ao longo do Rio Negro, capturam os peixes à mão, com calma e delicadeza. Os peixes não desejados são libertados imediatamente no seu habitat natural. Para 80% da comunidade do município de Barcelos, o comércio de peixes ornamentais é a principal fonte de subsistência. Esta atividade gera, anualmente, cerca de 4 a 5 milhões de dólares para a economia local o que representa 60% do rendimento deste município.

Através da exposição temporária “Florestas Submersas by Takashi Amano”, o Oceanário pretende sensibilizar para a importância da conservação dos ecossistemas tropicais, e com o financiamento a este projeto possibilita a formação e treino das comunidades locais, gerando benefícios e uma cultura de boas-práticas ambientais diversas.

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“Financiamos pelo segundo ano consecutivo o Projeto PIABA, porque acreditamos no trabalho que realizam junto das comunidades ribeirinhas mas também de todos os atores envolvidos nesta atividade. Há 25 anos que trabalham para direcionarem a comunidade para práticas sustentáveis de pesca, afastando-as de atividades com grande impacto para a floresta tropical, como a agricultura ou exploração de madeira. É importante ressalvar que os peixes ornamentais capturados nesta região são os primeiros a obter a certificação de “Indicação Geográfica Protegida”, garantindo a origem e método de captura, a quem os adquire.” refere a Curadora do Oceanário, Núria Baylina.

O Oceanário de Lisboa partilha da visão de que a conservação do património natural é uma responsabilidade de todos.

Os ecossistemas aquáticos são dos maiores ativos que o Homem tem e é fundamental assegurar, através de financiamento e de apoio ao conhecimento científico, a sua integridade no presente e futuro.

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