Saiba como proteger o seu animal contra a Leishmaniose Canina

A prevalência da Leishmaniose Canina em Portugal tem aumentado nos últimos anos, especialmente nas regiões de Lisboa, Alentejo e Algarve. A época de maior risco está à porta, com a chegada do calor, e ocorre nos meses de primavera e verão, sendo fulcral a vacinação dos cães e a adoção de alguns cuidados extra durante esta fase.

O alerta vem dos Laboratórios LETI que acabam de lançar uma inovadora vacina no mercado nacional. LETIFEND® é a primeira vacina contra a Leishmaniose Canina desenvolvida na Europa a ter por base a avançada tecnologia de ADN recombinante, uma inovação que tem vantagens claras para os donos e para os veterinários. LETIFEND® é administrada numa única dose anual, de modo que pode ser incluída em protocolos de vacinação dos cães, logo a partir dos seis meses de idade e começa a atuar 28 dias após a administração, com imunidade para 365 dias. A avançada fórmula de LETIFEND® não contém adjuvante, razão pela qual não tem efeitos secundários para o animal.

Como medida complementar à vacinação, os donos dos cães devem apostar no uso de inseticidas e repelentes, colares ou pipetas, para evitar a picada do mosquito que infecta o animal. É importante garantir ainda que o cão não é exposto ao ar livre durante as horas de maior risco de picada do mosquito, ou seja, ao final do dia.

Os donos dos animais devem ainda estar atentos aos principais sinais clínicos da doença, sendo o principal sintoma a perda de pelo, sobretudo em redor dos olhos, nariz, boca e orelhas, bem como a perda de peso.

A Leishmaniose Canina é uma zoonose global, potencialmente letal e prevalecente na zona mediterrânea. Portugal, Espanha, França e Itália são, assim, os países mais afetados da Europa com cerca de 2,5 milhões de cães infetados por L. infantum, na totalidade. Em Portugal, o número de casos tem aumentado ao longo dos anos, especialmente nas regiões de Lisboa, Alentejo e Algarve. Estima-se que existam, atualmente, em Portugal, cerca de 2 milhões de cães, mas os especialistas apontam para alguma desinformação dos donos dos animais no que respeita à prevenção.

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