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Portugueses desconhecem expressões financeiras como Revolving, 3D Secure e MTIC

Questionados sobre vários conceitos financeiros, menos de metade dos portugueses sabe o que a maioria destes significa, ainda que se verifique um ligeiro aumento do conhecimento em relação ao ano anterior. Os conceitos financeiros mais desconhecidos entre os portugueses são o Revolving, o 3D Secure (12%) e o MTIC – Montante Total Imputado ao Consumidor (9%). Segundo um estudo do Cetelem, Juros é a expressão financeira mais conhecida (55%), a única a ultrapassar os 50%.

Após os Juros, as expressões financeiras mais conhecidas pelos consumidores portugueses são Taxa de Câmbio (39%); Inflação (38%); Euribor (32%) e Dívida Pública (32%). A meio da tabela surgem conceitos como Dívida Externa (29%); TEAG (28%); Sistema Financeiro (24%); Défice Orçamental (22%); Cartões de Pagamento Virtuais (22%); Spread (22%); TAN (22%); Deflação (19%); Obrigações (18%) e Valor Residual (18%). Entre os conceitos menos conhecidos surgem o Rating (14%); Revolving (12%); 3D Secure (12%) e MTIC – Montante Total Imputado ao Consumidor (9%).

A percentagem de consumidores que já ouviram falar e sabem o significado destas expressões aumentou ligeiramente em relação a 2016, ainda que o nível geral se mantenha pouco significativo. Apenas se verifica uma diminuição no caso do Euribor (45% para 32%) e da TAEG (32% para 28%). No geral, os homens têm tendência a afirmar um maior conhecimento das expressões financeiras, assim como as faixas etárias entre os 25-34 anos e os 35-44 anos.

«Estas conclusões mostram como existem ainda desafios a superar no que diz respeito aos níveis de literacia financeira dos portugueses. Compreender o que significam certos conceitos e expressões financeiras permite que os consumidores tomem decisões informadas que melhor se adequam às suas realidades, motivo pelo qual consideramos fundamental a aposta na formação» explica Leonor Santos, diretora de Compliance e Jurídico do Cetelem.

Este estudo foi desenvolvido em colaboração com a Nielsen, tendo sido realizadas 500 entrevistas por telefone, a indivíduos de Portugal continental e ilhas, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, entre os dias 13 e 18 de fevereiro de 2017. O erro máximo é de +4.4 para um intervalo de confiança de 95%.

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