A História de Uma Serva, obra homónima de Margaret Atwood

Depois de ter sido distinguida com oito estatuetas nos Emmy em setembro do ano passado, A História de Uma Serva (The Handsmaid’s Tale), série que resulta da adaptação da obra homónima de Margaret Atwood, volta a ser a grande estrela na cerimónia dos Globos de Ouro ao vencer em duas das mais importantes categorias: Melhor Série Dramática e Melhor Atriz. Elizabeth Moss, atriz que interpreta a personagem principal em A História de Uma Serva, dedicou o prémio à escritora: «Margaret Atwood, este prémio é para ti e para todas as mulheres que vieram antes e depois de ti, e que foram corajosas o suficiente para falar contra a intolerância e a injustiça, e de lutar pela liberdade e igualdade neste mundo».

Sinopse:
Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril.
Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler. Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.

Sobre a autora:
Margaret Atwood nasceu em Otava em 1939. É a mais celebrada autora canadiana e publicou mais de quarenta livros de ficção, poesia e ensaio. Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Arthur C. Clarke, o Booker Prize, o Governor General’s Award e o Giller Prize, bem como o Prémio para Excelência Literária do Sunday Times (Reino Unido), a Medalha de Honra para Literatura do National Arts Clube (EUA), o título de Chevalier de l’ Ordre des Arts e des Lettres (França) e foi a primeira vencedora do Prémio Literário de Londres. Está traduzida para trinta e cinco línguas. Vive em Toronto com o escritor Graeme Gibson.

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