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easyJet quer acabar com tabus de género entre a comunidade de pilotos

  • O mais recente estudo da easyJet revela que o desejo de se tornar piloto acontece muito mais tarde para as meninas do que para os meninos.
  • Mais de metade dos pilotos do sexo masculino sabiam que queriam ser piloto antes dos 10 anos, enquanto quase metade das mulheres piloto não consideravam essa profissão antes dos 16 anos.
  • A pesquisa revela o plano de recrutamento da easyJet para atingir mais potenciais pilotos do sexo feminino, como parte do objetivo da companhia aérea, de que 20% dos seus novos pilotos sejam mulheres, até 2020.

A easyJet acaba de revelar os resultados do seu primeiro estudo, onde é revelado que o desejo de se tornar piloto acontece muito mais tarde para as meninas do que para os meninos.

Mais de metade dos pilotos do sexo masculino (55%) sabiam que queriam ser piloto antes dos 10 anos, enquanto que quase metade (44%) das mulheres tinham mais de 16 anos antes de considerar a carreira. Na verdade, mais de um quinto (22%) dos pilotos do sexo masculino sabiam que queriam ser pilotos antes dos cinco anos.

A pesquisa envolveu 556 pilotos, incluindo 59 mulheres piloto, de várias idades e com diferentes experiências, como parte da Iniciativa Amy Johnson da easyJet. Os resultados deste estudo revelam o trabalho de divulgação da companhia aérea como parte da iniciativa para incentivar mais mulheres a assumirem a carreira de piloto.

A pesquisa revela também que:

– Os modelos de inspiração de infância, como membros da família ou pilotos que conheciam quando viajavam de férias, eram vitais para inspirar os jovens a considerar a carreira.

– Tanto as mulheres piloto como os homens envolvidos neste estudo concordaram que os esforços de divulgação mais eficazes passam por trabalhar com professores de escolas e líderes de jovens e comunidades para os inspirar a seguir a carreira de piloto.

“Na easyJet valorizamos a diversidade e temos uma força de trabalho que reflete a nossa base de clientes. A iniciativa Amy Johnson pretende inspirar uma nova geração de mulheres piloto e os resultados deste estudo irão ajudar-nos a identificar o que podemos fazer mais como parte da nossa iniciativa para mudar a percepção da sociedade e encorajar ainda mais mulheres a prosseguir esta carreira gratificante, disponível para qualquer pessoa com as habilidades e atitude corretas”, revela David Morgan, diretor de operações de voo da easyJet.

O feedback de algumas mulheres piloto mostrou que estas tinham sido desencorajadas, tendo em conta o seu género, refletindo o facto de a profissão de piloto continuar a ser vista por muitos como um emprego masculino.

A easyJet tem vindo a atingir progressos significativos na ampliação da visibilidade dos pilotos fora dos aeroportos e, desde que a Iniciativa Amy Johnson foi lançada em 2015, os pilotos easyJet, tanto mulheres como homens, visitaram 140 escolas e faculdades para divulgar o perfil desta carreira.

“Como parte da nossa Iniciativa Amy Johnson, sempre acreditámos na importância dos modelos a seguir, e é por isso que estamos focados em fazer ainda mais, envolvendo-nos com grupos de jovens nas escolas e outras organizações para os inspirar e educar sobre uma possível carreira na aviação, confessa Marnie Munns, piloto principal da Amy Johnson Initiative.

“O meu avô era piloto e os meus pais foram incríveis no apoio das minhas escolhas de carreira. É graças a este modelo de inspiração que estou onde estou hoje”, concluiu.

A Iniciativa Amy Johnson da easyJet continua a originar resultados; a companhia aérea anunciou recentemente que o número de novos copilotos aumentou 48% desde 2016. Desta forma, a proporção de jovens mulheres piloto da easyJet passou para 13%, no momento em que o estudo da Sociedade Internacional de Mulheres Pilotos de linha aérea revelou que apenas 4% dos pilotos da linha aérea mundial são femininos.

A proporção atual de pilotos femininos também afeta as diferenças de remuneração de género da easyJet, que tem vindo a ser publicada voluntariamente pela companhia durante os últimos três anos consecutivos, que se encontra focada em corrigir, através da Iniciativa Amy Johnson.

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