BTL com perfil de visitante pela Universidade Europeia

A Escola de Turismo e Hospitalidade da Universidade Europeia desenvolveu o estudo, promovido pela Associação Industrial Portuguesa, sobre o perfil do visitante da Bolsa de Turismo de Lisboa. Trata-se de uma iniciativa inédita em Portugal e que vai permitir à BTL melhorar a experiência de todos aqueles que a visitam e que, de acordo com esta análise, já estão bastante satisfeitos, considerando-se mesmo embaixadores da feira (98%),

Segundo os resultados do trabalho realizado pela Universidade Europeia, os visitantes do maior certame dedicado ao Turismo em Portugal apresentam uma média de idades que ronda os 36 anos e são maioritariamente visitantes individuais (40%) em comparação com os visitantes estudantes (30%) ou os profissionais (19%). O público da BTL visita a feira maioritariamente na companhia da família (41%) e reside sobretudo em Lisboa (62%) e centro (24%). Dentro da região de Lisboa e Vale do Tejo, as freguesias que trouxeram um maior número de visitantes são Portela/Olivais e Pontinha/Carnide. Em média, os visitantes persistem no espaço BTL por 3 horas e 30 minutos, sendo que o máximo de horas que despendem na feira são 12 horas e o mínimo 1 hora.

Para a maior parte da população inquirida, a principal motivação para visitar a feira está sobretudo relacionada com a vontade de descobrir o país e com a necessidade de ter um maior conhecimento sobre a oferta turística existente. Os visitantes da BTL consideram a área da Gastronomia como um dos pontos fortes da feira (19%), seguida da diversidade da oferta (18%), da oferta nacional (15%) e da experiência proporcionada pela iniciativa na sua totalidade (14%).

Em termos de stand, o estudo revelou que o Brasil, a América do Sul e São Tomé e Príncipe constituem os stands internacionais mais apreciados na edição de 2018 da BTL. Já no contexto nacional, destacaram-se os stands dos Açores, Madeira e Alentejo.

Apesar da elevada satisfação, os inquiridos no estudo identificaram alguns pontos que influenciam a experiência que devem ser melhorados, nomeadamente a confusão (13%), os acessos (11%) e o barulho (10%). Ao nível da oferta, a escassez de stands europeus e a falta de representação de empresas nacionais foi também mencionada pelos visitantes.

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