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2018-11-22

Copos de plástico descartáveis banidos da Cidade do Rock

Iniciativa procura combater o desperdício de recursos, provocado pelos copos de plástico descartáveis. Copos serão oferecidos aos festivaleiros, dentro da Cidade do Rock, e quem os reutilizar terá desconto na bebida. Coleção é composta por 10 modelos diferentes, com imagens exclusivas, estando disponíveis nas medidas de 25cl, 40cl e 50cl.

Na 8.ª edição do Rock in Rio-Lisboa, que se realiza já nos próximos dias 23, 24, 29 e 30 de junho, os copos de plástico descartáveis não entram! O festival acaba de lançar uma coleção exclusiva de copos reutilizáveis, como forma de combater o desperdício de recursos, que serão oferecidos aos consumidores de bebida dentro Cidade do Rock.

De forma a incentivar a reutilização e o colecionismo, a organização do maior evento de música e entretenimento do mundo preparou uma coleção de 10 copos diferentes, cujo design surge inspirado no movimento Pop Art – representado no novo quarteirão do recinto, o Pop District – e nas emoções que se vivem no Rock in Rio. Há três medidas disponíveis – 25cl, 40cl e 50cl – e todos aqueles que reutilizarem o copo terão um desconto na bebida (Super Bock, Somersby, 7Up e outros refrigerantes), além de poderem levar o copo consigo para casa no final do evento.

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“Em 2008, ano em que o Rock in Rio formalizou a parceria com a Sociedade Ponto Verde, começámos a contabilizar os resíduos encaminhados para reciclagem. No total destas cinco edições reciclámos, já, mais de 174 toneladas de plástico, latas e ECAL (tetrapak), o que representa uma média de 34 toneladas por edição, sendo a maioria resíduo plástico”, afirma Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio. “Na última edição de Lisboa valorizámos e reciclámos 100% dos resíduos. Ou seja, apesar de já apresentarmos uma excelente taxa de reciclagem e valorização, ao adotarmos esta medida dos copos reutilizáveis para consumo de bebida dentro do recinto poderemos, também, diminuir significativamente os resíduos produzidos, enquanto incentivamos o nosso público para uma atitude mais sustentável.”, acrescenta.

Esta medida permitirá uma poupança de cerca de 60.000 litros de água em cada edição, e representa mais um passo no compromisso do Rock in Rio “Por um Mundo Melhor”, juntando-se a tantas outras ações que o evento tem vindo a desenvolver com o objetivo de reduzir o seu impacto ambiental, potenciando em paralelo os impactos social e económico positivos. Esse compromisso fez, aliás, do Rock in Rio o único festival certificado nacionalmente com a norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis.

Recorde-se que no âmbito do propósito do Rock in Rio, “Por um Mundo Melhor”, a organização já anunciou o plano de mobilidade que, esta edição, terá número recorde de operadores, com o objetivo de incentivar a utilização dos transportes públicos e coletivos. Esta operação envolve o reforço e prolongamento de horários nos principais serviços urbanos (como o caso do Metro, que em dias de evento estará a funcionar até às 03h00, nas 4 linhas) e mais opções nos tipos de transporte, além de maior abrangência nacional.

Recentemente foi, também, anunciado o projeto ESTÁ TUDO CONECTADO (www.estatudoconectado.pt), iniciativa de mobilização cívica e promoção da cidadania ambiental desenvolvida pelo Rock in Rio-Lisboa em parceria com a Liga para a Protecção da Natureza (LPN). #EstaTudoConectado tem como principal missão trazer a floresta para o dia-a-dia dos portugueses, demonstrando a sua relevância e explicando de que forma a Floresta está presente nas acções do quotidiano, e em tudo o que se faz ao longo do dia, seja nas horas de trabalho, seja nos momentos de lazer. O projeto materializa-se em várias iniciativas, entre as quais uma campanha nacional de sensibilização que conta com a participação de várias personalidades; uma plataforma online agregadora de iniciativas pela preservação da floresta; leilões de artigos de artistas, guitarras autografadas por artistas que irão atuar na 8.ª edição do festival, além de três guitarras exclusivas construídas com madeira queimada; ou a venda de pulseiras a nível nacional. Os artistas portugueses Agir, Carolina Deslandes e Diogo Piçarra também abraçaram a causa e juntaram-se pela primeira vez em estúdio para criar uma canção dedicada à floresta.

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