Como Sobreviver a um Filho da P*ta

Não é por acaso que livros como “A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da” surgem no top de livros mais vendidos um pouco por todo o mundo.

Afinal de contas, conviver com idiotas, seja no local de trabalho ou em outras situações, pode prejudicar o nosso desempenho e afetar o bem-estar. Estudos demonstram que ter um idiota numa equipa reduz o desempenho até 40 por cento. Se se sente ansioso, sobrecarregado, subestimado ou intimidado porque trabalha com alguém que é um filho da pta, agora já pode aprender como evitar, enganar e desarmar as armadilhas que lhe colocam. Como Sobreviver a um Filho da Pta (Vogais | 224 pp | 15,49€) é a solução!

Robert I. Sutton, professor na Califórnia e autor de seis livros de Gestão, incluindo os bestsellers do New York Times, The No Asshole Rule e Good Boss, Bad Boss, começa por fazer o diagnóstico: com que tipo de idiota é que está a lidar? A partir daí, fornece estratégias testadas para lidar com pessoas rudes, mal-educadas, irritantes, desagradáveis ou meramente incompetentes.

Útil e divertido, este livro vai ajudá-lo a analisar as situações e a desenvolver um plano pessoal que irá preservar a sua sanidade mental, evitando que os dias bonitos sejam arruinados por algum idiota. A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura aqui. Capa e press em anexo.

Avaliação de Idiotas: qual a gravidade do problema: —«Os idiotas recorrem a uma hoste de truques sujos para atormen‑ tar os seus alvos. Prestem atenção a estes pequenos acepipes contidos nos e‑mails que recebo. Carolos nas orelhas. Gritos. Um sorriso caloroso enquanto lhe sussurra ao ouvido: «És um falhado. Vou acabar contigo.» Uma idiota passivo‑agressiva que trata as pessoas como se fossem invisíveis e ignora os seus pedidos. Convida apenas os seus «preferidos» para a festa de Natal do escritório. Interrompe‑o «cinco vezes em cinco minutos». Pergunta: «Já acabaste essa merda?» Marca reuniões de equipa obrigatórias aos domingos. Atormenta‑a por trabalhar com demasiado afinco. Fulmina todos com o olhar, chama nomes, aparece todas as manhãs de mau humor, lança provocações constantes e trata todos os assuntos como se fossem uma emergência, faz tempestades em copos de água. Bajula os colegas pela frente e depois inventa mentiras maliciosas nas suas costas. Faz queixa de um empregado por chegar 15 minutos antes da hora. Tem um acesso de fúria por causa de uma entrega tardia de água para o dispensador do escritório. Faz‑ ‑lhe um elogio em oito anos de trabalho. Usa palavrões em quase todas as frases. Quando se irrita, respira como o Darth Vader. Despede os empregados pelo telefone e insiste em que outros colegas o façam também. Diz a uma colega de trabalho que os clientes têm pena dela por causa dos seus «olhos tristes». Chama a uma cliente «vaca horrorosa e andrajosa» quando esta não está a ouvir. Atira um cigarro aceso contra ele. Agarra‑a e morde‑a no braço, «para deixar marca». — Robert I. Sutton