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Quinta Vale D. Maria declara 2017 ano Vintage

A Quinta Vale D. Maria atribuiu a maior distinção dada a uma colheita de Vinho do Porto, declarando o ano de 2017 como Vintage. O Quinta Vale D. Maria Porto Vintage 2017 é a 5.ª declaração da empresa desta década e a 20ª de Cristiano van Zeller, produtor e administrador. Com origem num dos vales mais cobiçados do Douro, o vale do rio Torto, este vinho reflecte a classe, o carácter e a distinção do terroir de Quinta Vale D. Maria. 

Para Cristiano van Zeller, esta declaração não é uma surpresa: “A evolução da viticultura no Douro e, no nosso caso específico, as condições únicas da Quinta Vale D. Maria, permitem produzir grandes Porto Vintage com mais regularidade. O ano de 2016 não foi igual ao de 2017 e cada um destes dois Vintage reflecte isso mesmo. São ambos excepcionais e merecedores da distinção. Na Quinta Vale D. Maria a variedade e densidade das castas, a idade das vinhas e as múltiplas altitudes e exposições solares são fortes contributos para uma produção consistente de Vinhos do Porto com grande estrutura e complexidade. Em todas as fermentações para Vinho do Porto, feitas exclusivamente em lagares, trabalhamos com um único objectivo: o de produzirmos um excelente Vinho do Porto Vintage.

Esta Declaração Vintage é um marco único e especial na carreira de Cristiano van Zeller: “Neste meu já longo percurso de 39 anos no Douro e a produzir Vinho do Porto, poder declarar um Vintage é ainda um momento especial e o de maior realização e satisfação pessoal. Para se conseguir esta chancela de qualidade existe um grau de exigência muito elevado, desde os desafios que a própria região do Douro nos propõe, passando pelos nossos amigos e parceiros de negócio, finalizando no próprio consumidor. Contar com 20 declarações de Porto Vintage ao longo destes 39 anos é algo único na vida de um produtor e do qual muito me orgulho”.

O ano de 2017 foi um ano muito quente e seco, o que contribuiu para um adiantamento significativo do ciclo vegetativo, fazendo com que esta tenha sido uma das vindimas mais precoces de que há memória. No Douro em geral e em específico na Quinta Vale D. Maria, registou-se uma ausência prolongada de precipitação e uma ocorrência de temperaturas muito elevadas que conduziram a um forte stresse hídrico, térmico e luminoso, numa fase precoce do ciclo. Estas condições resultaram numa menor produção do que a média dos últimos anos do século, mas com cachos excepcionalmente sãos. O intenso trabalho de pisa-a-pé nos lagares de granito da Quinta Vale D. Maria potenciaram a qualidade dos mostos, acabando por ocasionar um vinho ímpar, com uma concentração de fruta e extraordinária complexidade aromática que garantiram as características organoléticas necessárias para a produção de um Grande Vintage.

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