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Conheça os benefícios das Sardinhas para a saúde

Por Catarina Sofia Correia – Nutricionista

Nesta altura do ano, o consumo de sardinha faz parte da tradição em Portugal. É o peixe mais popular nas festas e arraiais de verão e é também a principal espécie usada na indústria conserveira portuguesa.

A composição nutricional deste peixe de água salgada é variável consoante a espécie, podendo até existir diferenças dentro da mesma espécie. Varia também consoante a época do ano em que foi capturada. Nos meses de inverno, apresenta menor teor de gordura, ao contrário dos meses de verão, em que o teor de gordura é mais elevado sendo, por essa razão, mais apreciadas pelos consumidores. Por ser considerada um peixe gordo apresenta vários benefícios para a saúde:

Rica em ácidos gordos ómega-3, que têm um papel essencial na manutenção dos níveis normais de colesterol no sangue e, dessa forma, contribui para uma boa saúde cardiovascular.

Rica em proteínas de elevado valor biológico, ou seja, tem aminoácidos essenciais que são melhor aproveitados pelo organismo. Cada sardinha (30g) contém, aproximadamente, entre 50 a 70kcal e 5g de proteína.

Fonte de zinco, ferro e cálcio, que contribuem para uma boa manutenção do sistema nervoso, promovem uma normal função cognitiva e são também essenciais para a formação/manutenção dos ossos e dentes.

Fonte de vitaminas D e B12 que contribuem para a produção de energia no organismo e na redução do cansaço e fadiga e contribuem também para a absorção de minerais como o cálcio. O consumo de apenas 2 a 3 sardinhas de tamanho médio fornecem uma grande quantidade de vitamina D.

No entanto, no momento da compra, deve haver alguns cuidados uma vez que a sardinha pode sofrer alterações rapidamente. Tenha em atenção o seu cheiro, que deve ser agradável e suave a maresia, aos seus olhos que devem estar salientes e com a pupila negra e brilhante e com a pele também ela brilhante de cor viva e homogénea. Outro aspeto a ter em atenção são as guelras que devem estar vermelhas, brilhantes e sem muco pois com a perda de frescura, estas ficam acastanhadas e com muco opaco. É aconselhável consumir o pescado no dia da compra ou no dia seguinte, mas caso este seja conservado, mantenha-o no frigorifico durante dois a três dias no máximo. Caso pretenda conservar durante um maior período de tempo, pode congelar sem que isso afete o seu sabor, uma vez descongelado, não poderá voltar a ser congelado.

No que diz respeito ao seu consumo procure consumir grelhada ou assada e acompanhe sempre com uma salada fresca e tomate e/ou com legumes assados como os pimentos, por exemplo. Quanto à fatia de pão não deixe de parte esta tradição tão portuguesa de o “ensopar” com a gordura do peixe. Neste caso opte por apenas uma fatia de pão de mistura ou por um pão mais escuro.

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