Moby Dick e O Bom Combate estreiam no D. Maria II esta semana

Esta semana, o Teatro Nacional D. Maria II é palco da estreia de dois espetáculos internacionais. Moby Dick, da companhia franco-norueguesa Plexus Polaire, estará em cena na Sala Garrett a 4 e 5 de maio, no âmbito do FIMFA Lx21 – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas, enquanto O Bom Combate, espetáculo da coreógrafa moçambicana Edna Jaime, chega à Sala Estúdio a 6 e 7 de maio.

É já amanhã, dia 4 de maio, que o D. Maria II recebe a abertura da 21ª edição do FIMFA Lx, marcada pela estreia nacional de Moby Dick, espetáculo encenado pela artista norueguesa Yngvild Aspeli, fundadora da companhia Plexus Polaire. Esta encenação do clássico da literatura, escrito por Herman Melville em 1851, conta com sete atores-manipuladores, incluindo a participação especial do ator português José Neves, cinquenta marionetas, projeções de vídeo, uma orquestra submersa e uma baleia-marioneta em tamanho real. Moby Dick vai invadir a Sala Garrett, para duas apresentações, a 4 e 5 de maio, às 19h.

Logo a seguir, a 6 e 7 de maio, às 19h30, será a vez da Sala Estúdio receber a estreia de um espetáculo internacional. O Bom Combate chega-nos de Moçambique e revela-nos um eco de lutas diárias. Construído a partir de movimentos e ritmos tradicionais, este espetáculo combina o trabalho coreográfico de Edna Jaime, que se apresenta pela primeira vez em Portugal, com a música de Francisco Macuvele. Inspirado na resiliência do povo moçambicano pelo bem comum, O Bom Combate espelha as lutas diárias que a maioria das pessoas empreendem com tenacidade e fé, preservando corajosamente a sua dignidade, valores, princípios éticos e morais, cada vez mais postos em causa na sociedade moçambicana.

Estreado em 2016, em Maputo, O Bom Combate viaja agora até Lisboa, para a sua estreia em Portugal. A 5 e 7 de maio, Edna Jaime vai ainda dirigir, nos Estúdios Victor Cordon, o workshop Corpos em contratempo, destinado a estudantes e profissionais de teatro e artes performativas. Após a experiência desafiante da pandemia, com que o mundo continua a lidar, Corpos em contratempo propõe um espaço de encontro pessoal e com o outro, onde serão experimentados exercícios que se centram em técnicas de improvisação, uso de emoções e energias, para compor movimento.

Mais informações sobre os espetáculos em estreia no D. Maria II em www.tndm.pt.

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