O que esconde Yrsa Sigurdardóttir em «A Presa?»

Desde 2011 que Yrsa Sigurdardóttir torna reais os piores receios dos leitores. Na Quetzal, o tempo quente traz consigo um arrepiante gelo de cortar a respiração quando os livros da escritora islandesa chegam às livrarias. Este ano, os sentidos estão particularmente apurados com A Presa, um título independente que a autora dedica ao próprio pai, considerado o livro policial do ano de 2023 pelo Sunday Times. Estará disponível a 7 de agosto, e tem tradução de Maria José Figueiredo.

A Presa é considerado um dos melhores e mais aterradores romances da grande escritora islandesa que, mais uma vez, se destaca pela mestria na criação de uma história de grande ritmo narrativo, personagens inesquecíveis, ambiente de mistério e uma intriga sufocante., desta vez em redor de uma criança perdida e dois casais desaparecidos. Além disso, uma equipa de resgate seguida por alguma coisa ou alguém, acontecimentos estranhos na isoladíssima estação de radar de Stokksnes – e um cadáver que jaz ao lado de uma rena morta. Como estarão ligados estes acontecimentos?

A Presa, de Yrsa Sigurdardóttir, lê-se em sobressalto, com um olhar sobre o ombro e um arrepio na espinha, como convém em mais um grande livro da rainha do thriller noir islandês.

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