A Crioestaminal, marca pioneira e líder na criopreservação de células estaminais em Portugal, celebra o seu 22º aniversário. Desde 2003, a Crioestaminal conta com o maior número de amostras resgatadas e transplantes realizados, tendo contribuído para 17 tratamentos com células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical. Falamos de doenças do sangue e do sistema imunitário, como leucemia aplástica grave, anemia aplástica e imunodeficiência combinada severa e também de doenças do foro neurológico como paralisia cerebral e perturbações do espectro do autismo, cujos tratamentos foram realizados em Portugal, na Europa e nos Estados Unidos da América. Ao longo destes 22 anos, mais de 120 mil famílias confiaram as suas células estaminais à Crioestaminal.
Com uma sólida base científica e uma aposta contínua na inovação, a Crioestaminal é o maior banco de tecidos e células da Península Ibérica e integra, o maior Grupo Europeu na área das células estaminais, o Grupo Famicord, que conta com mais de 1 milhão de amostras armazenadas e mais de 7 mil tratamentos com células estaminais.
A Crioestaminal tem-se afirmado ao longo dos anos como mais do que um banco de criopreservação, destinando anualmente cerca de 10% do seu volume de negócios a atividades e projetos de Investigação e Desenvolvimento. Este investimento permitiu que a Crioestaminal, para além de armazenar células estaminais com vista ao tratamento de diversas doenças, disponibilize também novos medicamentos baseados em células estaminais desenvolvidos no seu laboratório.
“Desde a fundação da Crioestaminal, em 2003, o nosso propósito tem sido o de transformar vidas através das células estaminais, acreditando que a medicina do futuro passa pelo desenvolvimento de terapias celulares personalizadas, ou seja, adaptadas às necessidades de cada doente. O nosso propósito é cumprido sempre que contribuímos para um tratamento com células estaminais criopreservadas no nosso laboratório, tal como aconteceu já este mês de julho com a utilização de uma amostra de sangue do cordão umbilical na Universidade de Duke, num caso de paralisia cerebral, em que uma criança foi infundida com as células estaminais do irmão guardadas aqui no nosso laboratório, em Cantanhede. Hoje, passados mais de 20 anos, milhares de famílias, em todo o mundo, já beneficiaram de tratamentos com células estaminais em diversas áreas da medicina e é esta evolução que nos move para continuarmos a trilhar o nosso caminho e a disponibilizar mais oportunidades para a saúde das famílias portuguesas, que têm demostrado grande confiança no trabalho que temos desenvolvido”, comentou Mónica Brito, CEO e fundadora da Crioestaminal.
As células estaminais desempenham um papel fundamental na medicina regenerativa devido à sua capacidade única de se transformarem em diferentes tipos de células do organismo, de se autorrenovarem e de regularem o sistema imunitário. Estas características únicas, observadas em concreto nas células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical, a par da facilidade na colheita e possibilidade de criopreservação por longos períodos, tem permitido que sejam utilizadas no tratamento de dezenas de doenças do foro sanguíneo, metabólico e imunitário.
Para além das aplicações clínicas mais tradicionais na área da transplantação hematopoiética, a investigação continua a demonstrar o enorme potencial não só das células estaminais do sangue, mas também do tecido do cordão umbilical em áreas como as lesões neurológicas, a diabetes tipo 1, a paralisia cerebral ou as doenças cardíacas. Ao serem colhidas e preservadas no momento do nascimento, as células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical representam uma oportunidade única para futuras terapias, contribuindo para uma abordagem mais personalizada, eficaz e menos invasiva na cura e tratamento de doenças.
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