Já é sabido que os produtos recondicionados são amigos do ambiente, mas um novo estudo da Fraunhofer Áustria, encomendado pela Refurbed, vem agora revelar o impacto direto que as nossas escolhas tecnológicas têm na carteira. A conclusão é surpreendente: a forma como tratamos os telemóveis após a compra é o fator mais decisivo, permitindo poupanças que podem chegar aos 76%.
O custo real de “usar e deitar fora”
O estudo analisou o ciclo de vida dos smartphones ao longo de seis anos — o período médio de atualizações de software — e comparou três modelos de consumo: o linear (comprar novo e descartar), o uso comum europeu e o modelo circular (recondicionamento e reutilização).
A investigação concluiu que o custo acumulado de manter a tecnologia mais recente através de modelos lineares é significativamente mais elevado. Ao optar por um modelo circular, que combina o uso prolongado com a compra de aparelhos recondicionados, um consumidor pode poupar centenas de euros sem abdicar da funcionalidade.
O impacto ambiental: Além das poupanças financeiras
Para além do benefício económico, o modelo de economia circular apresenta vantagens ecológicas inquestionáveis:
- Redução de CO2: Menor pegada carbónica ao evitar a produção de novos dispositivos.
- Poupança de recursos: Menor extração de matérias-primas raras.
- Redução de lixo eletrónico (e-waste): Evita que aparelhos funcionais acabem prematuramente em aterros.
Recondicionados: A tendência que veio para ficar
Portugal é um dos 24 mercados onde a Refurbed opera, oferecendo dispositivos com descontos que podem chegar aos 40% em comparação com os modelos novos, mantendo uma garantia de 12 meses.
“A forma como tratamos os nossos telemóveis depois de os comprar tem o maior impacto de todos, tanto na nossa carteira como no planeta”, destaca o estudo, reforçando que o prolongamento da vida útil do aparelho, através da reparação ou revenda, é o caminho para um consumo mais inteligente e sustentável.
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