Portugueses querem fazer mais pizza em casa, mas exigem qualidade de restaurante

A pizza continua a afirmar-se como uma das comidas favoritas em Portugal, mas um novo estudo revela um contraste claro entre o entusiasmo pelo seu consumo e a falta de confiança na hora de a preparar na própria cozinha. De acordo com uma pesquisa realizada pela OnePoll, em nome da AEG, junto de 1.000 adultos no país, 63% dos inquiridos consomem pizza pelo menos algumas vezes por mês, e 46% admitem sentir esse desejo gastronómico uma vez por semana.

Apesar da elevada popularidade, a maioria dos portugueses acaba por optar por soluções mais práticas e convenientes. Cerca de 31% consomem sobretudo pizza de supermercado ou congelada, enquanto 29% preferem encomendar para entrega em casa. Apenas 25% indicam que fazer pizza de raiz é a sua forma mais frequente de consumo, o que evidencia um claro afastamento da preparação tipicamente caseira.

Os principais obstáculos na hora de cozinhar

O estudo destaca uma lacuna significativa entre a ambição e a realidade da confeção. Embora 82% dos portugueses já tenham preparado pizza de raiz pelo menos uma vez na vida, apenas 19% o fazem com frequência. Entre os principais entraves apontados estão:

  • A dificuldade em trabalhar a massa corretamente (46%);
  • A complexidade em obter a textura ideal da base (35%);
  • O desafio de alcançar a temperatura e o tempo de cozedura adequados (29%).

Além disso, 44% dos inquiridos consideram que a pizza de restaurante é superior à feita em casa e 30% confessam que a versão caseira “nunca sabe tão bem”. Esta frustração ganha contornos reais sabendo que um terço dos participantes já arruinou por completo uma pizza que aguardava com grande expetativa. Outro fator crítico é a paciência: o tempo médio de espera aceitável para cozinhar em casa é inferior a 18 minutos, o mais baixo entre os mercados analisados.

Inovação para simplificar o processo e elevar os resultados

Ainda assim, o interesse pela cozinha tradicional não desapareceu: 62% dos portugueses afirmam que fariam pizza de raiz com mais frequência se conseguissem garantir resultados comparáveis aos das pizzarias. É precisamente para responder a esta oportunidade de mercado que surge uma nova solução tecnológica.

“Sabemos que muitos portugueses gostariam de fazer pizza em casa com mais frequência, mas a falta de consistência nos resultados acaba por ser um travão. Com o novo forno AEG Pizza Expert, respondemos precisamente a esse desafio, permitindo recriar em casa a qualidade de uma pizza de restaurante”, afirma Ângela Pereira, Brand Manager da AEG Portugal. “Após um pré-aquecimento de 25 minutos, o forno atinge temperaturas até 340°C e confeciona uma pizza em apenas 2,5 minutos. Além disso, permite preparar várias pizzas de forma rápida e consistente”.

Anatomia da pizza perfeita para os portugueses

Quando questionados sobre o que define o cenário ideal, os consumidores elegem o queijo como o elemento mais importante (24%), seguido de perto pelos toppings (19%) e pela base (18%). A palavra mais associada à experiência é “indulgente” (41%), reforçando o seu papel como um momento de puro prazer. Embora 46% a encarem como uma refeição rápida e fácil, ela é fortemente partilhada em contexto familiar, com parceiros e filhos.

Portugal demonstra também preferências muito específicas: a base fina e estaladiça é a grande favorita (46%) , o chouriço e o pepperoni lideram o topo dos ingredientes preferidos, enquanto o bacalhau e as anchovas são os mais rejeitados. Curiosamente, o país assume-se como o mercado mais recetivo à inclusão de ananás na pizza, com mais de metade dos inquiridos a aprovar esta combinação polémica.

Em suma, os dados recolhidos pela OnePoll deixam claro que existe uma forte procura por este prato, mas com uma abordagem focada na conveniência, abrindo espaço para eletrodomésticos inovadores que devolvam a confiança aos cozinheiros amadores.

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