Grupo Bacalhôa Prevê Vender 2,2 Milhões de Garrafas no Brasil

O Grupo Bacalhôa marcou presença na edição deste ano da ProWine São Paulo, uma das principais feiras profissionais de vinhos e destilados da América Latina, para reforçar a sua estratégia de expansão internacional. Com o certame a decorrer ao longo de três dias, a comitiva da empresa — encabeçada pelo CEO Luís Ferreira e pela diretora comercial das Américas e global de marketing, Karene Vilela — destacou o papel central do mercado brasileiro, que se mantém como o principal destino internacional da marca em todo o mundo.

Presente em 61 países, o grupo português registou 1,9 milhões de garrafas vendidas no Brasil em 2025 e antecipa atingir os 2,2 milhões de garrafas comercializadas no país durante o ano de 2026, o que traduz um crescimento estimado em cerca de 16% face ao período anterior. Se a estes números se somarem os restantes mercados do continente americano onde a operação atua — incluindo o Canadá, Estados Unidos, México, Peru e Uruguai —, a previsão global para a região ascende a 3,5 milhões de garrafas em 2026. Marcas de grande relevo comercial como o Casal Mendes e o JP Azeitão continuam a liderar a preferência dos consumidores locais, tendo registado respetivamente 1,2 milhões e 780 mil garrafas comercializadas nas Américas.

Para sustentar esta pegada comercial, a Bacalhôa aposta num modelo de distribuição diversificado que conjuga a parceria exclusiva com a Épice Importadora para o segmento on-trade com a importação direta por grandes superfícies comerciais, tirando partido de um portefólio com quase cem referências. Durante o evento em solo brasileiro, a empresa aproveitou igualmente para apresentar o novo Catarina Zero Álcool, respondendo às tendências crescentes de consumo de alternativas sem teor alcoólico. Sobre a importância desta dinâmica de crescimento, a administração do produtor vitivinícola sublinhou que os resultados alcançados reforçam “o compromisso com o desenvolvimento de seus mercados no continente americano e com a valorização dos vinhos portugueses nos mercados internacionais, contribuindo assim, de forma muito relevante, para as exportações portuguesas e para a afirmação dos vinhos portugueses no competitivo mercado global”.

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