Lisbon Marriott Hotel patrocina a 7.ª edição do Festival ao Largo Millennium bcp que apresenta como denominador comum a juventude.
Com concertos da Orquestra Sinfónica Juvenil, o Coro Juvenil de Lisboa, a Orquestra de Sopros do Conservatório Regional de Artes do Montijo e, ainda, da Orquestra Sinfónica da Universidade de Louvain-la-Neuve e da Orquestra Juvenil da Irlanda, ficará patente que o futuro da música em Portugal e na Europa será pautado por uma enorme qualidade individual e coletiva.
A grande novidade deste ano do Festival é o projeto Festival ao Largo Millennium bcp nas Praças, que visa a descentralização do Festival, através da projeção, em direto e a partir da transmissão da RTP2, de concertos para o Largo Visconde Serra do Pilar, em Santarém, e para a Praça do Sertório, em Évora, numa primeira experiência de réplica do espírito do Festival ao Largo Millennium bcp para outras praças do país
A Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos, são os protagonistas dos concertos de sextas-feiras e sábados, abrindo ambos o Festival, sob direção da maestrina titular da OSP, Joana Carneiro (concertos a 3 e 4 de julho).
A OSP volta a apresentar-se a 10 de julho com o Yogistragong, grupo de Gamelão de Java e com o Coro TNSC, a 11 com a pianista Svetlana Andreeva e a 17 e 18 com o violinista Bruno Monteiro. O Coro canta, ainda, no dia 15, com a Banda Sinfónica da GNR, um repertório de ópera.
Destaque incontornável desta edição é o espetáculo de dia 10, integralmente preenchido com obras de compositores portugueses, duas das quais em estreia mundial. Nuno Côrte-Real e Tiago Cabrita estreiam no Largo, respetivamente, Cycles (obra para gamelão e cordas) e o primeiro ato da ópera O Deus do Vulcão, um projeto com cenografia em videomapping projetado na fachada do São Carlos, cuja importância extravasa a esfera musical e aborda questões de sustentabilidade e direitos humanos.
O Deus do Vulcão é pioneiro na fusão da ópera ocidentalizada com orquestra, coro e solistas, com o Gamelão de Java; é, também, o primeiro documento musical feito sobre o vulcão Kawah Ijene (Vulcão Azul da ilha de Java) e sobre os mineiros da ilha.
À semelhança de 2014, o Festival ao Largo Millennium bcp presta homenagem a três grandes figuras do canto lírico, cujas carreiras e ensinamentos estão ainda presentes em muitos cantores profissionais: Elsa Saque, Álvaro Malta e Maria Cristina de Castro (título póstumo). Percursos profissionais e pessoais extraordinários, que merecem ser recordados e seguidos.
Também a Companhia Nacional de Bailado que, como habitualmente, encerra o Festival ao Largo Millennium bcp prestará o seu tributo, neste caso, ao Ballet Gulbenkian, apresentando o Programa BG que, para além deste significado evocativo que é muito relevante, registou uma temporada de grande sucesso no Teatro Camões.
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