A marca austríaca RINGANA, pioneira na cosmética fresca e suplementação vegana, veio alertar para o impacto direto que o prazo de validade e o período após a abertura dos produtos têm na saúde cutânea e na eficácia das fórmulas cosméticas. À semelhança do que sucede com os bens alimentares, os cremes, séruns e protetores solares sofrem degradação natural com o passar do tempo, uma vez que a exposição contínua ao oxigénio, à luz, às oscilações de temperatura e ao contacto direto com os dedos altera a estabilidade dos seus ingredientes. Esta degradação afeta em particular os extratos vegetais, antioxidantes e vitaminas, podendo culminar na oxidação de óleos e no desenvolvimento de processos microbiológicos invisíveis que desencadeiam acne, foliculite, irritações ou inflamações, sobretudo em peles sensíveis ou na zona ocular.
Para contornar a perda de propriedades e garantir padrões elevados de segurança, a empresa adota um modelo de produção contínuo em pequenos lotes nas suas instalações em St. Johann in der Haide, eliminando deliberadamente a utilização de conservantes sintéticos convencionais. Este conceito de cosmética fresca foca-se na máxima preservação dos princípios ativos vegetais, exigindo a comunicação transparente das datas de validade e o cumprimento rigoroso do símbolo PAO — que indica a durabilidade do produto em meses ou semanas após a primeira abertura. A marca recomenda ainda o armazenamento dos cosméticos em locais frescos e secos, fora da casa de banho, o uso higiénico através de espátulas, o descarte imediato perante alterações na consistência ou odor, e a substituição regular de filtros solares para evitar queimaduras e fotoenvelhecimento.
O fundador e presidente executivo da RINGANA, Andreas Wilfinger, explicou a visão científica que fundamenta o desenvolvimento e a comunicação das suas gamas ao sublinhar que “muitas pessoas assumem que um produto ainda está bom desde que tenha bom aspeto e um cheiro agradável. No entanto, de uma perspetiva científica, isso diz-nos muito pouco sobre a sua verdadeira estabilidade”, apontando que a marca não procura maximizar o prazo de conservação, mas sim “preservar ao máximo a eficácia da fórmula”. O responsável reforçou a posição ética da empresa ao concluir que “não vemos a data de validade como uma desvantagem, mas sim como uma promessa de qualidade. Se levamos a frescura a sério, também temos que ser transparentes quanto ao facto de os princípios ativos vegetais de alta qualidade não permanecerem estáveis indefinidamente. É por isso que incentivamos os nossos clientes a utilizarem os seus produtos dentro do período recomendado para garantir a máxima eficácia e o mais elevado nível de segurança”.
ShoppingSpirit News Marcas e Produtos em notícia